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Feira de Santana libera R$ 16 milhões para 1.200 professores da zona rural

Pagamento, que começará a ser efetuado em janeiro de 2026, é referente  ao deslocamento de professores da zona rural. Valores que ficaram retidos durante a pandemia, no ano de 2020 e, agora, serão devolvidos.

Atualizado em 10/12/2025 às 17:12, por Danilo Guerra.

Na imagem aparece crianças fardadas com duas professoras dentro de uma sala de aula

Foto: Secom

Em vídeo divulgado em suas redes sociais, nesta quarta-feira (10/12), o prefeito José Ronaldo de Carvalho e o secretário de Educação Pablo Roberto anunciaram que a Prefeitura de Feira de Santana vai pagar cerca de R$ 16 milhões referentes ao deslocamento de professores da zona rural, valores que ficaram retidos durante a pandemia, no ano de 2020.
 

Segundo o prefeito, o pagamento será feito em 10 parcelas, depositadas junto com os salários mensais. A primeira delas será paga no salário de janeiro de 2026, com continuidade até outubro do mesmo ano. A cada mês, serão injetados R$ 1,6 milhão na folha de pagamento dos docentes para garantir o cumprimento do acordo.

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A medida beneficia aproximadamente 1.200 professores que atuam em escolas da zona rural e aguardavam a regularização desses valores há mais de quatro anos. O anúncio reforça o compromisso da gestão em reparar pendências financeiras deixadas no período crítico da pandemia.

 

A partir de janeiro, estamos pagando R$ 16 milhões a 1.200 professores em 10 parcelas. A primeira será paga junto ao salário de janeiro. Em outubro estaremos concluindo este pagamento. Feliz Natal para todos

José Ronaldo, prefeito

A decisão também foi apresentada durante reunião com a secretária de Administração, Sandra Peggy, e o procurador-geral do Município, Guga Leal, que destacaram a importância do planejamento financeiro para assegurar o pagamento integral das parcelas sem comprometer outras áreas da administração pública.
 

Segundo o secretário Pablo Roberto, a liberação dos recursos representa um reconhecimento fundamental à categoria: “Estamos fazendo justiça a esses profissionais que, mesmo enfrentando condições adversas, se mantiveram comprometidos com a educação da nossa zona rural”.